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Nota
histórica
A FNA é quase tão antiga como
o CNE, muito provavelmente desde que os iniciadores do Movimento
(dos anos 20 e 30) tiveram que, por razões das suas vidas
profissionais ou familiares, ceder os seus lugares a
uma segunda geração de dirigentes a fim de o trabalho iniciado
pudesse ser continuado.
E, aqui e ali, foram surgindo núcleos
de antigos, uns porventura mais disponíveis que
outros, auxiliando fundamentalmente os serviços locais e
regionais, para que não parasse a acção educativa iniciada.
Sentida essa carência, logo em 1939,
o CNE cria a União dos Antigos Escutas, que apareceu
como mais uma nova Secção do Movimento, mas sem
autonomia e independência. A ideia não vingou.
Só em 1955, o
CNE criou a Fraternidade de Nuno Álvares, mencionada
nos seus Estatutos e Regulamento Geral, mas desta vez como
Associação autónoma e distinta, possibilitando a organização
aos seus antigos filiados.
Em 1976 tem
novo impulso, com um pequeno grupo de ex-dirigentes do CNE,
arrancando decididamente para a organização e expansão. São
criados os primeiros Estatutos e elegem-se os Órgãos Nacionais.
Em 1997 a Conferência Episcopal aprova os
Estatutos.
Em Janeiro de 2003 é admitida
como associação-membro pela International Scout and Guide
Fellowship, a Organização Mundial dos Antigos
Escuteiros e Guias.
No Verão de 2003 realizou o IV
Acampamento Nacional, em Mangualde.
Em 2004
realizou uma a Peregrinação Nacional que juntou em Fátima,
numa jornada de Fé e Louvor, milhares de escuteiros de todas as
gerações.
Na abertura oficial das comemorações
do cinquentenário Sua Santidade João Paulo II concede a Bênção
Apostólica penhor de graças e favores celestiais.
Em Agosto de 2006,
realizou o V Acampamento Nacional, em São Jacinto.
Durante o ano de 2007,
e no âmbito das comemorações do Centenário do Escutismo, a
FNA foi responsável por trazer até Portugal o projecto Chama do
Centenário, em parceria com o CNE.
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